Advogada é acusada de intermediar ordens de facção criminosa dentro de presídio na Bahia

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Segundo investigação da Polícia Civil da Bahia, uma advogada é suspeita de usar a própria profissão para facilitar a comunicação entre o líder de uma organização criminosa e integrantes que atuam fora do sistema prisional.

De acordo com o inquérito, a suspeita atuava como intermediária direta de Leandro “Shantaram” Fonseca, apontado como chefe do grupo. Ela seria responsável por repassar ordens estratégicas, coordenar a divisão de territórios e organizar a cobrança de valores da facção, com atuação ligada ao Presídio de Serrinha.

Relação com líder e atuação no esquema

As investigações indicam ainda que a advogada mantinha um relacionamento amoroso com o líder do grupo criminoso, conhecido como Bonde do Maluco. A proximidade teria facilitado sua atuação dentro do esquema, permitindo acesso privilegiado às decisões da organização.

Dinheiro, joias e provas

Durante o cumprimento de mandados, agentes encontraram na residência da suspeita cerca de R$ 190 mil em dinheiro, além de uma máquina de contar cédulas e joias de alto valor. Entre os itens apreendidos, chamou atenção um colar de diamantes com referência ao apelido do líder da facção.

Denúncia do Ministério Público

Com base nas provas reunidas, o Ministério Público da Bahia apresentou denúncia formal à Justiça. O órgão defende que a investigada, conhecida como “Rainha do Sul”, e os demais envolvidos permaneçam presos em regime fechado, apontando a alta periculosidade do grupo criminoso.

Por Redação com Informações Alô Juca

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